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A nova perspectiva do planejamento subversivo e suas (possíveis) implicações para a formação do planejador urbano e regional o caso brasileiro

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Artículo de revistaRandolph, Rainer. A nova perspectiva do planejamento subversivo e suas (possíveis) implicações para a formação do planejador urbano e regional o caso brasileiroScripta nova. Revista electrónica de geografía y ciencias sociales, 2008 vol. 12 no. 270 En Coloquio Internacional de Geocrítica (10º. 2008. Barcelona).Palabras claves:
Brasil
Ciudades, Urbanismo, Arquitectura

Resumen:

Em trabalho anterior, apresentado no IX Colóquio Internacional de Geocrítica em 2007, foi discutida a necessidade de uma reorientação conceitual e, até, epistemológica do planejamento para torná-lo apto a propiciar uma “verdadeira participação” e “participação verdadeira” aos cidadãos envolvidos nos processos de planejamento. Agora, pretendemos avançar nessa discussão e perguntar em que medida uma nova compreensão do planejamento não exigiria uma revisão das formas como os planejadores são formados nas escolas (superiores) de planejamento, especialmente no Brasil que fornece a realidade de referência para essa reflexão. Para isto, o presente trabalho introduz três elementos como constituintes de um novo planejamento – comunicação, espaço e tempo – que se referem às principais contradições no mundo contemporâneo – lógicas instrumental versus comunicativa práticas abstratas versus concretas pensamento indolente versus cosmopolita – que ameaçam à própria convivência social. O planejamento subversivo pretende ser, neste sentido, construtivo na medida em que procura ser uma “mediação” entre essas contradições o que significa nada mais e nada menos do que supera-las. O planejador como mediador que contribui para a superação de contradições, nesse caso, assume funções da mais alta complexidade e torna-se, assim, uma figura da maior importância para o avanço de uma transformação voltada para a racionalidade comunicativa, o espaço diferencial de valores de uso e o pensamento cosmopolita baseado nas experiências sociais das populações exploradas e oprimidas. É no sentido de sentir as distâncias entre essas proposições do planejamento subversivo e a formação atual do planejador urbano e regional no Brasil que analisamos, no final do presente ensaio, as características dos cursos a respeito dessa temática nos programas de pós-graduação em planejamento urbano e regional no Brasil.

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